Qual é a multa mais pesada que se paga por uma infração de trânsito no Brasil? As multas podem ser classificadas em leves (R$ 88,38); médias (R$ 130,16); ou graves (R$ 195,23). A mais cara é a gravíssima: R$ 293,47.
Mas uma portaria de 2016 permitiu que se ampliasse esses valores multiplicando o da gravíssima por 3, 5, 10 ou 60.
Está enganado, portanto, quem pensa que a multa de trânsito gravíssima de R$ 293 é a maior que se paga. Pois multiplicada por 60, ela chega a R$ 17.608,20.
A Honda quis ampliar sua gama de SUVs e lançou o WR-V em 2017. É menor do que o HR-V e seu projeto, feito pela engenharia da Honda no Brasil, se utilizou de muitos componentes da carroceria e mecânica do Fit, para a redução de custos.
Foi uma boa solução para este novo modelo, que não pode-se dizer ser um grande sucesso, tampouco um fracasso, mas com vendas aquém das expectativas.
A Honda aumentou os preços da linha 2021 do WR-V, mas – espertamente – criou uma nova versão básica, a LX, por R$ 83 mil. E a mais sofisticada, a EXL, saindo por R$ 94 mil.
A Citröen anunciou um recall dos modelos C4 Lounge, DS3, DS4 e DS5 por defeito no air bag, os modelos, como outros carros nos últimos cinco anos são equipados com as bolsas infláveis produzidas com defeito pela Takata.
A montadora informa que “em caso de colisão com intensidade suficiente para acionamento do sistema de air bag, pode ocorrer rompimento do insuflador e a possível projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo”. A empresa ainda reitera que a falha pode acarretar em danos físicos e materiais, que em caos extremos, pode levar a morte, como ocorreu em um modelo da Honda no Brasil.
Há casos em que haverá necessidade da troca de mais de um air bag. Para o C4 Lounge, DS4 e DS5 a substituição será apenas do air bag do motorista. Para o modelo DS3 a troca precisará ser feita no air bag frontal do motorista e também do passageiro.
Os proprietários dos modelos deverão agendar em uma concessionária da Citröen uma verificação e se necessário, substituir o componente. O serviço leva cerca de uma hora para C4 Lounge, DS4 e DS5. Para o DS3, são duas horas. O serviço é gratuito. A Citroën coloca à disposição o site e o telefone 08000 011 8088.
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Um grave defeito no equipamento produzido por uma das maiores fornecedoras de air bag, a Takata, resultou em pelo menos 25 mortes, das quais duas no Brasil, e mais de 290 feridos mundialmente. O escândalo surgiu em 2013, apesar das mortes associadas ao produto terem começado em 2009. Entretanto, acidentes são descobertos até hoje e o recall é considerado como o maior da história.
Em julho deste ano, o condutor de um Chevrolet Celta do ano 2014 faleceu após colidir com um veículo em sua frente e o air bag ter estourado e soltado partículas metalizadas. O laudo pericial concluiu que o air bag foi responsável pela morte do motorista, por efeito da peça defeituosa que atingiu sua região cervical.
No mundo, soma-se 100 milhões de veículos que foram chamados para o recall, dos quais 2 milhões estão no Brasil. Por aqui, 30 montadoras têm air bags da Takata em seus modelos.
A falha no aparelho se encontra no deflagrador, peça que é envolvida por um revestimento metálico e é responsável por inflar a bolsa no momento do impacto. Normalmente, no momento do acidente, o componente metálico se desfaz e a bolsa se enche quase instantaneamente. Nos aparelhos defeituosos, contudo, os estilhaços metalizados podem ser lançados em direção ao motorista e ao passageiro. Dependendo da situação, a explosão do air bag pode ser fatal.
Veja a seguir a identificação dos veículos:
C4 Lounge – Data de fabricação: 04/04/2013 até 12/04/2017
Chassis: EG500080 até JG500699
DS3 – Data de fabricação: 22/11/2011 até 07/09/2016
Chassis: CW501041 até HW500613
DS4 – Data de fabricação: 18/06/2012 até 11/05/2015
Chassis: de CY571921 até GY500172
DS5 – Data de fabricação 13/03/2012 até 19/01/2017
Chassis: de DS500004 até JS500005
Com a pandemia do novo coronavírus, muita gente passou a alugar veículos. Um dos motivos é o medo do transporte público, por causa do maior risco de contágio. Outro fator importante é que boa parte da população passou a trabalhar em casa e percebeu que não compensa manter um carro próprio. As recentes novidades implementadas no setor, como aplicativos que permitem aluguel por algumas horas, também contribuem com a alta.
É o caso da analista financeira, Amanda Miranda, que desde abril, quando vendeu seu Ford Fiesta, passou a recorrer à essa modalidade em situações pontuais. “Para equilibrar o orçamento, meu marido e eu resolvemos ficar sem carro, afinal, por conta da pandemia, ele ficava parado, apenas gerando custos”, conta.
Amanda conta que, no início, recorreu aos serviços oferecidos por motoristas de aplicativo. “Mas não tinha liberdade. Em determinadas situações, como compras e idas ao pet shop, os motoristas nem sempre gostavam de esperar, então, acabei buscando outra alternativa na internet”.
Como veio a ideia do aluguel?
Dentre as 10.812 locadoras ativas no Brasil – dados da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla) -, eis que Amanda encontrou a Turbi. Ao contrário dos modelos tradicionais de aluguel, a empresa, que atua no mercado desde 2017, investe em serviços online que possibilitam empréstimos por períodos mais curtos.
“Atendeu perfeitamente a minha necessidade, com variedade de modelos de carros e facilidade de acesso. Sem contar o preço baixo. Ganhei cupom de desconto e aluguei um Mitsubishi ASX por R$ 10”, lembra Amanda.
É fácil
Para utilizar o serviço de carsharing da Turbi é necessário baixar o app da empresa e fazer um breve cadastro. Após a inclusão de dados pessoais, documentos de identificação, CNH e cartão de crédito, é preciso esperar a aprovação. Na sequência, basta escolher o modelo do veículo e o local de retirada.
“Todo o processo de locação do veículo é feito digitalmente, via aplicativo, e para usar o carro, é só destravá-lo, também via app, e pegar a chave no porta-luvas, sem qualquer contato humano”, explica Diego Lira, CEO da Turbi. A frota da empresa fica em estacionamentos 24 horas. O aluguel pode ser por hora de uso ou por pacote de horas.
Atuante nas cidades de São Paulo, Guarulhos e Barueri, a Turbi reúne uma frota de 2.000 carros. Tem desde os mais populares, como Chevrolet Onix e Hyundai HB20, até o conversível Mini Cooper Cabrio. Os preços variam entre R$ 10 e R$ 35 a hora. Soma-se aí R$ 0,50 a cada quilômetro rodado. A devolução do carro precisa ser feita no mesmo local da busca. O pagamento é feito de maneira online, por meio de cartão de crédito.
Vantagens e parceria em cine drive-in
Por falar em pagamento, esse tipo de serviço é visto com bons olhos pela clientela. Tem menor custo e algumas vantagens. A gasolina, por exemplo, é custeada pela empresa, que oferece seguro e assistência 24 horas.
“Nossa rede de parcerias inclui ações com o Cine Drive-in Belas Artes, oferecendo carro para quiser curtir o evento”, explica Lira. Para quem gosta de cinema e não tem carro, a parceria permite aluguel mais barato. Clientes Belas Artes contam com R$ 60 de desconto no primeiro uso. E quem já é cliente Turbi tem R$ 10 de abatimento no preço de ida ao Belas Artes Drive-in, que fica no Memorial da América Latina, Zona Oeste da capital paulista.
Locação convencional
Apesar de sair mais barato, a desvantagem das locadoras convencionais é, justamente, precisar passar um dia inteiro com o carro. Na Unidas, por exemplo, o período mínimo é de 24 horas. Em termos de preços, a empresa oferece por R$ 123,05, o aluguel de modelos populares com motor 1.0, como Fiat Mobi e Renault Kwid.
Para locações entre uma e 20 diárias, a quilometragem é livre. Já quem alugar por período entre 21 e 30 dias, é estipulado um limite de 4.500 quilômetros rodados. É preciso, ainda, ficar atento ao valor da franquia para, por exemplo, evitar prejuízo.
O custo, dependendo da situação, pode não ser tão baixo. Porém, se levar em conta a comodidade, alugar carro é vantagem, afinal, não há gastos com manutenção, como no caso de veículo próprio. A locadora se encarrega também de despesas como IPVA, licenciamento, entre outros custos. A única preocupação do cliente, além das taxas do aluguel, é o combustível e a lavagem, se necessário.
O comerciante Guilherme Arantes abriu mão de ter carro depois que descobriu a praticidade do aluguel. Em 2018, trabalhou como motorista de aplicativo e, à época, passou a utilizar planos mensais. Além do estado de conservação do carro, aponta como pontos positivos a praticidade da quilometragem livre oferecida pela empresa VAI. “Rodava 270 km por dia e, com 15 dias trabalhados, já pagava o aluguel integral”, esclarece. Na ocasião, optou pelo Renault Logan.
Mesmo mudando de ramo, Arantes não quer saber de carro próprio tão cedo. Trabalhando perto de casa, o comerciante compra praticamente tudo pela internet. “Quando quero fazer passeios em família (tem esposa e duas filhas), alugo um carro. É muito mais barato e prático do que ter um boleto com prestações diluídas ao longo de três, quatro anos”, argumenta.
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De acordo com o Anuário Brasileiro do Setor de Locação de Veículos, organizado pela Abla, e com informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), no final de 2019, o Brasil contava com 997.416 veículos para aluguel. Deste total, o contrato diário corresponde a 48% da frota. Dentro do montante, 20% (cerca de 200 mil) é destinado à motoristas de aplicativo.
Desde a segunda quinzena de março – início da pandemia – até a primeira semana de maio, houve queda de 80% do volume, resultando em cerca de 160 mil carros devolvidos. Entre junho e agosto, a retomada foi acelerada – 90% voltou à normalidade.
“Agora, com o afrouxamento das medidas de isolamento social, a alta está sendo percebida e até o primeiro trimestre do ano que vem, devemos voltar ao patamar do período pré-pandemia”, estima Paulo Miguel Júnior, presidente da Abla.
O executivo também fala sobre a modalidade de aluguel de veículos de pessoas para pessoas. Essas plataformas são diferentes das empresas de carsharing, que trabalham com frotas próprias de automóveis para locação, mas “é válida, afinal, é uma possibilidade de fazer renda para quem está com o carro parado e, ainda, ajuda quem precisa se locomover, mas não quer ter despesas com a compra de um automóvel”, defende.
A moObie, por exemplo, conecta (via app) pessoas que querem compartilhar o carro à outras que desejam alugar um veículo de maneira segura e sem burocracia. Mas é necessário ficar atento ao modelo e à aparência do carro, que pode não ser tão novo.
Alugueis para test-drive
De acordo com a Kinto Share (antes chamada de Toyota Mobility Services), boa parte da clientela não se satisfaz com os test-drives feitos em concessionárias e acabam querendo ir além dessas poucas voltinhas no quarteirão. Por isso, é comum, por exemplo, que o cliente interessado em comprar um Corolla Hybrid alugue o modelo por uma semana para conhecer sua tecnologia e decidir a compra. Modelos Lexus também estão no portfólio.
A empresa, que chegou ao Brasil em julho, está sob o guarda-chuva da Kinto Brasil e é fruto de uma joint venture entre a Toyota Financial Services Corporation (TFS) e a Mitsui & Co. Seu serviço de compartilhamento de carros é realizado por aplicativo. Na Kinto Share, são oferecidas comodidades como seguro, veículos conectados com telemática, e suporte da rede de concessionárias da montadora japonesa.
A companhia afirma que suas principais prioridades são a segurança e a saúde dos consumidores. Para isso, devido ao novo coronavírus, foi estabelecido um rigoroso protocolo de limpeza e higienização de cada veículo antes e depois das locações. A intervenção é realizada em mais de 40 pontos de contato do automóvel – por dentro e por fora.
Para colaboradores
A Nissan tem dois programas em curso. Um, lançado no início de 2019, apenas para funcionários. O outro, datado de fevereiro último, é um projeto piloto de locação de veículos destinado aos funcionários de fornecedores e prestadores de serviços que atuam na Nissan. Apenas Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná têm o serviço.
O programa interno para funcionários está prestes a começar sua quarta fase. Na lista de veículos, estão Kicks, March e Versa. Os contratos de locação têm duração de 12 meses, com direito à revisões periódicas, seguro, assistência 24h e opção de compra do veículo com desconto após o término do período. O programa disponibiliza plataforma 100% online. Lá, os os usuários podem consultar, por exemplo, infrações e histórico de serviços realizados em concessionárias.
E não está descartada a hipótese de o programa chegar ao público em geral. A Nissan afirmou ao Jornal do Carro que tem reunido o maior número de informações possíveis e avalia novas possibilidades e públicos para expansão do programa.
Veículos por assinatura
Para quem não quer gastar com um veículo próprio, o mercado oferece contratos de carro por assinatura . Na Porto Seguro, por exemplo, o interessado pode optar por contratos de 12 a 24 meses. Para ter à disposição um Renault Kwid, por exemplo, com pacote de quilometragem de 6.000 km anuais (isso varia de acordo com a necessidade do motorista), o custo mensal é de R$ 999. Se a preferência for pelo Volkswagen T-Cross 1.4 Highline, o valor parte de R$ 2.749 por mês.
Para aderir, é possível baixar o aplicativo e assinar contrato com o modelo desejado. Tudo, por meio online. No pacote estão inclusos custos com IPVA, suporte 24h e carro reserva ilimitado. As despesas com combustível ficam por conta do assinante. Dentre os benefícios, serviços residenciais da Porto Seguro ficam disponíveis durante o tempo de contrato.
Lá fora
De uns anos para cá, a Volvo lançou um programa exclusivo de aluguel para sua linha de SUVs (XC40, XC60 e XC90). Quem puder/quiser, pode comprar, mas há opção de aderir ao programa Care by Volvo. Funciona no estilo assinatura de TV a cabo, e é voltado aos mercados dos EUA e Europa. A ideia permite ao cliente pagar um valor mensal (parte de US$ 700, ou R$ 3.700) e utilizar o carro por dois anos. Findo o prazo, é possível trocar o carro por um mais novo.
Nenhum contato com vendedores ou ida à lojas é necessário. Segundo a Volvo, a inscrição é online e o processo é fácil e sem burocracia. Há opção de entrega em domicílio. O valor, aliás, engloba revisão, manutenção e até pequenos consertos, como riscos na lataria. Tem até cobertura de seguro para os motoristas.
Fiat 500
No Velho Continente, onde é normal abrir mão do carro próprio em prol de soluções mais sustentáveis, o aluguel será realidade também na FCA. Quem comprar o novo Fiat 500 elétrico poderá usar qualquer outro carro do grupo. O programa My Dream Garage (minha garagem dos sonhos, em português) permitirá o uso de 13 diferentes modelos por períodos pré-estabelecidos. Os carros podem ser das marcas Abarth, Alfa Romeo, Jeep e, claro, da própria Fiat. Tem até Maserati.
Para ter acesso, basta instalar um aplicativo no smartphone e desfrutar das máquinas. A FCA exige um valor mensal entre 99 e 299 euros (de R$ 620 a R$ 1.800, na conversão direta). Por contrato, o usuário poderá usar a frota por um total de 60 dias ao ano. E não vale para a Europa toda. O serviço será lançado no mês que vem, na Itália, em paralelo à chegada do compacto.
E a Citroën foi ainda mas longe. Em março, lançou um carro destinado para três fins: compra, aluguel e compartilhamento. Trata-se do Ami. Um compacto elétrico que custa quase 20 euros por mês ($ 125,55, na conversão direta). Há, também, pacotes adicionais.
Nele cabem duas pessoas e as portas são configuradas com aberturas opostas. A bateria de 5,5 kWh garante autonomia máxima de 70 quilômetros. A recarga pode ser feita em até 3 horas em tomadas convencionais, de 220 volts. O pequenino (2,41 metros de comprimento) pode ser comprado por 7.300 euros (R$ 46 mil, na conversão direta, sem impostos).
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O mercado brasileiro não tem mais picapes com cabine estendida. As atuais gamas da Fiat Strada e da Volkswagen Saveiro não oferecem mais essa opção. Agora, tanto as caminhonetes compactas quanto as médias e grandes só oferecem dois tipos de carroceria: simples ou dupla.
A Saveiro oferecia a cabine estendida apenas na versão Pepper. Porém, essa opção foi descontinuada há cerca de um ano. Atualmente, o configurador do site comercial da Volkswagen mostra apenas quatro opções: Robust com cabines simples ou dupla, Trendline cabine simples e Cross cabine dupla.
Versão Pepper foi a última da linha Saveiro a oferecer cabine estendida (foto: AutoPapo)
Já Strada eliminou a carroceria com cabine estendida da gama recentemente, com o lançamento da nova geração. A configuração de cabine simples, que a Fiat passou a chamar de Plus, ganhou espaço interno otimizado: não chega a ser um bagageiro tão amplo, mas permite a acomodação de pequenos volumes atrás dos bancos, sem sacrificar a caçamba.
Além dela, a nova Strada disponibiliza somente a opção de cabine dupla. A antiga geração até segue em produção, porém unicamente na versão Hard Working com cabine simples. Vale lembrar que, no segmento de compactas, foi justamente a picape da Fiat que introduziu o conceito de habitáculo estendido, exatos 20 anos atrás.
Fiat Strada foi a primeira picape compacta a oferecer essa opção de carroceria (foto: Fiat | Divulgação)
Cabine estendida já não era mais disponibilizada em picapes maiores
Outros modelos do segmento nunca tiveram essa opção de carroceria: a Chevrolet Montana é fabricada somente com cabine simples, e a Renault Duster Oroch, com cabine dupla.
Entre as picapes maiores, a cabine estendida está extinta há vários anos. Somente picapes fora de linha, como as antigas gerações de S10 e Ford Ranger, ou ainda a extinta Dodge Dakota, chegaram a oferecer opção de cabine estendida.
O Chery Tiggo 5X ganhou uma nova versão, agora elétrica, na China, seu país de origem. Além da nova motorização, o SUV compacto passou por atualizações no visual que o deixam diferenciado das demais versões. Tudo isso já oferecido como linha 2021.
Nela, o SUV compacto tem motor elétrico de 129 cv de potência e 25,5 mkgf de torque máximo. Alimentado por um pacote de bateria de 53,6 kWh de íons de lítio, tem autonomia declarada de 401 km em ciclo NEDC. No ciclo WLTP, que simula o uso real, é o suficiente para cerca de 300 km. Para obter 80% da carga da bateria, em estações de recarga rápida, são gastos 30 minutos. Para 100% da bateria em carga lenta o tempo oscila entre seis e oito horas.
A dianteira reúne as principais mudanças. Entre elas, grade hexagonal com elementos cromados e para-choque redesenhado com molduras laterais. Ali, estão alojadas as luzes diurnas de LEDs. Nas laterais, as rodas de 18″ são as mesmas do Tiggo 5x nacional. Por baixo delas, há pinças de freio em tom vermelho. Atrás, as lanternas passam a ser unidas por uma faixa de LEDs. O para-choque segue com “aberturas” para saída de escape, mesmo sendo elétrico.
Mudanças no interior do Tiggo 5x
Da porta para dentro, painel de instrumentos virtual e central multimídia com tela de 10,25″. O ar-condicionado automático é comandado por uma tela sensível ao toque, como no Caoa Chery Tiggo 8. Tem, ainda, freio de estacionamento eletrônico e o mesmo volante também é o mesmo do maior SUV da marca. Carregamento sem fio para smartphones também está na lista.
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Não é raro acontecer de a porta traseira do carro não abrir por dentro. O ocupante vai descer do carro, puxa a maçaneta e nada acontece. O motivo pode ter sido o acionamento acidental da trava da porta traseira da criança, um pequeno interruptor com a função de evitar acidentes.
Os carros de quatro portas têm um dispositivo nas traseiras para neutralizar as maçanetas internas, ou seja, a criança pode puxar a maçaneta que a porta não se abre. Vale esclarecer que isso não tem nada a ver com bloqueio central das portas que alguns carros fazem automaticamente quando entram em movimento.
Existem dois sistemas para o bloqueio das maçanetas traseiras: a alavanquinha, que pode ser acionada acidentalmente, e outro que demanda a chave do carro (ou uma chave de fenda pequena) para ser acionado.
No primeiro caso, basta movimentar conforme orientação estampada no próprio sistema. No segundo, é necessário inserir a chave em uma pequena ranhura e rodar conforme instrução. Neste caso, essa ranhura pode ter uma pequena tampa de borracha que precisa ser removida.
Confira imagens dos dois sistemas de travas abaixo.
Trava acionada por alavancaTrava acionada por chave (Fotos: Shutterstock)