Nós já condenamos aqui os aditivos do óleo do motor. Já dissemos: óleo do motor já vem de fábrica originalmente com os aditivos necessários para o bom funcionamento, para a boa lubrificação do motor.
Agora, tem gente que coloca outros aditivos: até um que restaura as partes internas do motor. Conversa para boi dormir! E tem o pessoal que diz: “Mas eu vou por esse outro aditivo, porque mal não faz”. Mas eu digo que faz sim em relação ao óleo.
Mas, agora, tem uma novidade, que é em relação a gasolina. Se você abastece com a gasolina aditivada, não precisa de aditivos extras. Se você não tem confiança no posto e quiser abastecer com a comum, você compra um aditivo. Em geral, veja lá as recomendações do próprio frasquinho: você usa um aditivo a cada quatro tanques.
E como é que você sabe se esse aditivo é realmente o que se deve usar? Porque nele vem escrito: dispersantes e detergentes. Esses são os componentes desse aditivo. Esse é o que você deve usar no carro.
Mas têm alguns outros que “melhoram a performance e dão mais desempenho”. Cuidado com eles!
A fábrica de velas NGK detectou em alguns carros com problemas no motor, no funcionamento, que as velas estavam completamente deterioradas nos eletrodos. Foram pesquisar e descobriram óxido de ferro danificando as pontas das velas. De onde veio esse óxido ferroso, óxido de ferro?
De alguns aditivos vendidos para melhorar o desempenho e, que além de não melhorá-lo, ainda por cima danificam as velas, prejudicam a combustão e até o próprio desempenho do motor.
Depois dos SUVs com as manutenções mais baratas, chegou a hora de ver quais modelos do segmento que mais vende no país exigem menos do seu bolso. Selecionamos os 10 hatches pequenos com as revisões mais em conta do mercado.
Novamente, consideramos a somatória do cobrado nas primeiras visitas de modelos subcompactos e compactos. Os valores são referentes ao cobrado nas seis primeiras revisões com preço fixo (de maio de 2020), com mão de obra inclusa e base em São Paulo. Vale lembrar que o ranking considera sempre a versão com a revisão mais barata dentro da linha.
1. Hyundai HB20 1.0
Hyundai HB20 é o hatch com as revisões mais baratas (Foto: AutoPapo)
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 201,48
20.000 km
R$ 459,67
30.000 km
R$ 446,92
40.000 km
R$ 602,94
50.000 km
R$ 419,65
60.000 km
R$ 596,02
Total
R$ 2.726,68
A o novo HB20 foi recém-lançado já assumiu a ponta de hatch com manutenção mais barata. As seis primeiras revisões com preço fixo da do HB20 1.0 aspirado de 80/75 cv somam R$ 2.726,68. As visitas dos modelos com o 1.6 (130/123 cv) não são muito mais caras: no total, R$ 2.899,33. Só as versões com o 1.0 turbo de 120 cv saem um pouco da curva (mas nem tanto), com custo de R$ 3.188,97 até os 60 mil km.
2. Nissan March 1.6
Nissan March era o campeão, mas perdeu o posto com o fim da versão 1.0
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 249
20.000 km
R$ 599
30.000 km
R$ 409
40.000 km
R$ 599
50.000 km
R$ 409
60.000 km
R$ 599
Total
R$ 2.864
Justiça seja feita, o March perdeu o posto de hatch com as revisões mais baratas porque não tem mais sua versão menos potente. Desde o início do ano, o compacto só sai da fábrica de Resende (RJ) com o motor 1.6 16V de 114 cv – o 1.0 tricilíndrico continua apenas no sedã Versa. Mesmo assim, o exemplar da Nissan ficou menos de R$ 140 mais caro que as seis visitas obrigatórias do HB20 1.0.
3. Chevrolet Onix Turbo
Recém-lanãdo, Onix turbo está entre os modelos com a revisão mais barata (Foto: Alexandre Carneiro | AutoPapo)
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 284
20.000 km
R$ 576
30.000 km
R$ 480
40.000 km
R$ 640
50.000 km
R$ 456
60.000 km
R$ 576
Total
R$ 3.012
O Chevrolet Onix Outro renovado compacto do mercado que chegou com força no quesito manutenção. E o legal da segunda geração do Onix é que o responsável pela terceira posição nesta lista é a variante com o três-cilindros turbo de 116 cv. São R$ 3.012 ao fim das revisões até os 60.000 km. O que não significa que o modelo com o 1.0 aspirado de 82/78 cv seja muito menos vantajoso: é só R$ 20 mais caro na somatória.
Kwid tem custo total de R$ 3.015,50 para as 6 primeiras revisões (Foto: Alexandre Carneiro | AutoPapo)
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 399,94
20.000 km
R$ 454,19
30.000 km
R$ 454,19
40.000 km
R$ 780,30
50.000 km
R$ 508,44
60.000 km
R$ 508,44
Total
R$ 3.105,50
Renault Sandero 1.0
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 399,99
20.000 km
R$ 454,24
30.000 km
R$ 454,24
40.000 km
R$ 780,35
50.000 km
R$ 508,49
60.000 km
R$ 508,49
Total
R$ 3.105,80
Aqui, um empate técnico, já que o Kwid e o Sandero, ambos da Renault e com praticamente o mesmo motor, seriam separados por exatos R$ 0,30. O subcompacto e o hatch altinho da marca francesa se mantêm na quarta posição, graças à baixa manutenção do conjunto com o 1.0 SCe tricilíndrico (de 82/79 cv no Sandero e 66/70 cv no Kwid) com câmbio manual de cinco marchas.
Avaliamos o Kwid Outsider. Veja o vídeo:
5. Fiat Uno 1.0 Drive
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 252
20.000 km
R$ 480
30.000 km
R$ 432
40.000 km
R$ 912
50.000 km
R$ 440
60.000 km
R$ 700
Total
R$ 3.216
Os propulsores da linha Firefly fizeram um bem danado não só aos Fiat, mas também ao bolso do dono do Uno. Com o três-cilindros de 77/72 cv na versão Drive, o hatch da marca italiana cobra R$ 3.216 e é o quinto carro com as revisões mais baratas.
Para se ter ideia, as versões de entrada do compacto com o velho 1.0 quatro-cilindros têm custo de manutenção aproximadamente R$ 900 mais caro (R$ 4.120). Mesmo o modelo com o 1.3 Firefly é bem mais barato: R$ 3.596.
6. Toyota Etios
Toyota Etios também é equipado com câmbio automático
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 267,19
20.000 km
R$ 531,00
30.000 km
R$ 429,00
40.000 km
R$ 810,00
50.000 km
R$ 429,00
60.000 km
R$ 765,00
Total
R$ 3.231,19
Seja com o motor 1.3 de 98/88 cv, ou com o 1.5 de 107/102 cv, câmbio manual (de cinco ou seis marchas) ou automático de quatro velocidades, o Etios se estabelece como o hatch com o sexto pacote de revisões mais baratos do mercado.
As seis primeiras manutenções custam R$ 3.231,19, reafirmando a boa reputação da marca japonesa de pós-venda competitivo.
7. Toyota Yaris
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 267,19
20.000 km
R$ 558,00
30.000 km
R$ 468,00
40.000 km
R$ 816,00
50.000 km
R$ 450,00
60.000 km
R$ 693,00
Total
R$ 3.252,19
Parente de fábrica do Etios em Sorocaba (SP), o Yaris é só pouca coisa mais caro na manutenção do que o seu “primo” Etios. O chamado compacto premium cobra exatos R$ 21 a mais na somatória das seis primeiras revisões com preço fixo.
Os motores são os mesmos 1.3 e 1.5, assim como as caixas manuais, mas aqui a transmissão automática de certas versões é a CVT com sete marchas simuladas – do antigo Corolla.
8. Fiat Argo 1.0
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 252
20.000 km
R$ 500
30.000 km
R$ 424
40.000 km
R$ 1.056
50.000 km
R$ 440
60.000 km
R$ 636
Total
R$ 3.308
Outro dos chamados compactos premium, o Argo tem nas suas versões iniciais as manutenções mais em conta. São R$ 3.308 no somatório das seis revisões quando equipado com o eficiente motor 1.0 Firefly de 77/72 cv.
O custo total aumenta conforme a capacidade do propulsor: R$ 3.690 com o 1.3 de 109/101 cv e R$ 3.793, com o 1.8 E-torQ de 139/135 cv.
9. Ford Ka 1.5
Entre as opções de sedã para PcD: Ford Ka Sedan
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 449
20.000 km
R$ 549
30.000 km
R$ 449
40.000 km
R$ 799
50.000 km
R$ 499
60.000 km
R$ 599
Total
R$ 3.344
Um dos três mais vendidos do país, o Ford Ka ajudou a desmistificar a fama do passado de que a marca tinha manutenção cara. E, no caso do Ka, o motor mais potente é o que cobra menos no pós-venda. As seis primeiras revisões do hatch com o excelente motor 1.5 Dragon de três cilindros de 136/128 cv tem custo total de R$ 3.344 (com câmbio manual ou automático). É R$ 200 mais barato que nas versões com o 1.0, também três canecos.
10. Citroën C3 1.6
Citroën C3
Quilometragem
Preço da revisão
10.000 km
R$ 469
20.000 km
R$ 817
30.000 km
R$ 469
40.000 km
R$ 1.084
50.000 km
R$ 469
60.000 km
R$ 817
Total
R$ 4.125
O Citroën C3 ultrapassa a barreira dos R$ 4.000 na soma das seis primeiras revisões com preço fixo. Mesmo assim, figura entre os 10 hatches com manutenção mais barata, e na versão com motor mais potente, o 1.6 16V de 118/115 cv (manual ou automático). Com o eficiente 1.2 Puretech tricilíndrico de 90/84 cv, o custo total sobe pouco: mais precisamente em R$ 22.
Depois de um mês de abril catastrófico, as vendas de automóveis e comerciais leves novos no Brasil registraram leve alta de 10,29% em relação abril. Ainda assim, o tombo em relação a 2019 continua significativo. Foram emmplacadas 56.639 unidades no mês, 75,81% a menos do que em maio do ano passado.
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No acumulado do ano, foram emplacados 640.525 carros e comerciais leves. Ainda são 34,14% a menos do que no mesmo período de 2019. Segundo o presidente da Fenabrave, a federação que reúne concessionários e lojistas, Alarico Assumpção Júnior, a sutil melhora nos números é resultado da reabertura de alguns Detrans e concessionárias.
Ações como atendimentos agendados e vendas pela internet, com negociação via telefone, também contribuíram para a reação. Ainda que pequena, a entidade considera um sinal positivo de retomada ao ritmo normal.
A queda em março e abril foi tão abrupta que mudou o panorama da distribuição de veículos no País. Segundo Assumpção, o estado de São Paulo representava 26% de todos os emplacamentos no Brasil antes da crise. Em abril, São Paulo representou apenas 0,9%, número que subiu para 1,6% em maio.
Dias melhores virão
Uma das esperanças para que a retomada das vendas ganhe impulso é a reabertura gradual justamente em São Paulo. As concessionárias de veículos foram incluídas na primeira fase de reabertura do comércio na capital paulista. As lojas deverão reabrir ainda nesta semana. A decisão aguarda apenas sanção do prefeito Bruno Covas. No Rio de Janeiro, as lojas poderão abrir a partir desta terça-feira (2).
Além das lojas abertas, a Fenabrave ressalta a importância da concessão de crédito pelos bancos. “Estamos confiantes que dias melhores virão”, resumiu o presidente da entidade.
Dança das cadeiras
Entre os modelos mais vendidos, o Chevrolet Onix mantém a liderança, mas por margem bem menor que o usual. O hatch da GM costumava vender mais que o dobro do segundo colocado. A posição, por vezes disputada entre Hyundai HB20 e Ford Ka, parece ter ficado de vez com o Hyundai.
Nos meses de crise, chama atenção também o “sumiço” de modelos mais caros entre os dez mais vendidos. Toyota Corolla e Jeep Renegade, os mais emplacados entre sedãs e SUVs, respectivamente, foram “empurrados” para baixo na lista.
Já o terceiro lugar em maio da Fiat Strada é notório. As unidades entregues ainda são da geração anterior, com bons descontos, e mostra algum fôlego residual de empresas que elegem a picapinha para suas frotas de serviço.
Veja abaixo os carros mais vendidos em maio:
1) Chevrolet Onix – 3.296 unidades
2) Hyundai HB20 – 2.218 unidades
3) Fiat Strada – 1.983 unidades
4) Renault Kwid – 1.818 unidades
5) Fiat Argo – 1.768 unidades
6) Ford Ka – 1.719 unidades
8) Fiat Toro – 1.662 unidades
9) Volkswagen Gol – 1.616 unidades
10) Volkswagen Polo – 1.570 unidades
Acumulado do ano:
1) Chevrolet Onix – 54.036 unidades
2) Chevrolet Onix Plus – 28.416 unidades
3) Hyundai HB20 – 27.052 unidades
4) Ford Ka – 26.180 unidades
5) Volkswagen Gol – 20.919 unidades
6) Renault Kwid – 20.101 unidades
7) Fiat Argo – 19.724 unidades
8) Fiat Toro – 19.021 unidades
9) Volkswagen Polo – 17.515 unidades
10) Jeep Renegade – 16.618 unidades
O isolamento social, necessário para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, afetou completamente a comercialização de veículos no Brasil. Em maio, o país registrou 44.139 emplacamento de automóveis – 154.617 a menos que o mesmo mês de 2019. Em relação a abril, os resultados foram um pouco melhores (44.139 contra 39.493). Confira quais foram os carros mais vendidos em maio e as alterações mais significantes do ranking.
Com 3.296 unidades comercializadas (menos que as 3.619 vendidas em abril), Chevrolet Onix manteve o primeiro lugar. Hyundai HB20, que no lançamento da nova geração tinha perdido posição para o Ford Ka, conquistou a segunda posição.
Ainda de acordo com as informações da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Renault Kwid e Fiat Argo foram mais emplacados que o Ka.
O hatch da Fiat passou da nona posição para a quarta, representando a maior ascensão do ranking.
Outro destaque de maio foi o Chevrolet Tracker, que manteve a participação no topo do pódio dos SUVs mais emplacados.
Os carros mais vendidos no Brasil em maio de 2020
Ranking
Modelo
Unidades vendidas
1º
Chevrolet Onix
3.296
2º
Hyundai HB20
2.218
3º
Renault Kwid
1.818
4º
Fiat Argo
1.768
5º
Ford Ka
1.719
6º
Chevrolet Onix Plus
1.681
7º
VW Gol
1.616
8º
VW Polo
1.570
9º
Chevrolet Tracker
1.564
10º
Toyota Corolla
1.374
11º
Jeep Renegade
1.293
12º
Jeep Compass
1.255
13º
Hyundai Creta
1.123
14º
Renault Duster
1.015
15º
VW T-Cross
1.007
16º
Fiat Mobi
992
17º
VW Virtus
962
18º
Honda HR-V
952
19º
Ford EcoSport
851
20º
Hyundai HB20S
824
Chevrolet Tracker foi o SUV mais vendido do Brasil em maio de 2020
SUVs mais emplacados do Brasil em maio
Entre os SUVs, o recém-lançado Chevrolet Tracker manteve a posição inédita conquistada em abril. O modelo foi o SUV mais vendido do Brasil também no quinto mês do ano.
Jeep Renegade, que tinha sido o mais emplacado em março, ficou em segundo lugar. Completam a lista Jeep Compass, Hyundai Creta, Renault Duster, Volkswagen T-Cross, Honda HR-V e Ford EcoSport.
Ranking
Modelo
Unidades vendidas
1º
Chevrolet Tracker
1.564
2º
Jeep Renegade
1.293
3º
Jeep Compass
1.255
4º
Hyundai Creta
1.123
5º
Renault Duster
1.015
6º
VW T-Cross
1.007
7º
Honda HR-V
952
8º
Ford EcoSport
851
Comerciais leves
Entre os comerciais leves, as grandes mudanças registradas em abril – como o primeiro lugar da Toyota Hilux – não se mantiveram. Isso porque Fiat Strada e Toro reassumiram as posições de costume.
O destaque vai para Volkswagen Amarok, que apareceu entre os dez mais vendidos e passou inclusive a irma menor Saveiro.
Um Polo GTS é bom, um Polo GTI é ótimo e um Polo GTI preparado é melhor ainda. Praticamente é essa a receita da preparadora belga BR-Performance. Eles criaram um Polo GTI com 320 cv de potência. Para se ter uma referência, o Golf R, versão mais extrema do hatch médio entrega 310 cv de fábrica.
Originalmente, o Polo GTI usa um motor 2.0 turbo. O pacote criado pela BR-Performance inclui três estágios de atualizações possíveis. Na versão mais potente, as alterações trazem novas válvulas, intercooler, sistema de exaustão, uma nova turbina e remapeamento do programa da ECU.
Dos originais 200 cv e 32,6 mkgf, o Polo GTI preparado com o estágio 3 saltou para 320 cv e 51,3 mkgf. Se achar que as mudanças são demais, é possível optar pelo estágio 2 que libera 250 cv e 48,2 mkgf ou o estágio 1, com 241 cv e 45,7 mkgf. Além disso, a empresa faz a reprogramação do câmbio automatizado de dupla embreagem (DSG) de seis marchas.
BR-PERFORMANCE
No Brasil já dá para preparar o Polo GTS
Sem o Polo GTI por aqui, precisamos nos contentar com o GTS. O modelo criado especialmente para o nosso mercado adotou o 1.4 flexível de 150 cv no lugar do 1.0 turbo de até 128 cv. Esse 1.4 é o mesmo do Jetta e do Tiguan nas versões de entrada.
Mas quem quiser dar um toque extra pode contar com o kit da Oettinger, oferecido no País pela Strasse. Com o pacote, a potência sobe dos 150 cv originais e 25,5 mkgf para 200 cv e 37,7 mkgf. Na prática, o GTS preparado fica melhor que o GTI europeu original, já que torque é maior, apesar de manter a mesma potência.
Na época do lançamento do kit, em março, ele saia por R$ 13.900. As alterações incluem mudança no gerenciamento de refrigeração e das troca de marcha do câmbio, além, é claro da ECU. Vale lembrar ainda que o Polo GTS, diferentemente do GTI, usa um câmbio automático convencional de seis marchas e não DSG.
A Volkswagen fez, literalmente, um negócio da China: adquiriu 50% das ações da Anhui Jianghuai Automobile Group Holdings Limited. Essa empresa é a controladora da Anhui Jianghuai Automobile Group Corporation, mais conhecida como JAC Motors.
No negócio, a marca alemã ainda aumentou sua participação da marca alemã na joint venture JAC Volkswagen de 50% para 75%, o que lhe garante controle administrativo. Trata-se de uma sociedade que já havia sido estabelecida entre as duas multinacionais para desenvolver conjuntamente carros elétricos.
Tanto a Volkswagen quanto a JAC Motors têm investido em carros elétricos nos últimos anos
Contudo, ainda há algumas incertezas sobre o acordo, que ainda está em fase de implantação. Segundo a JAC Motors, a ideia é fechar o acordo até o próximo dia 31 de julho.
Devido a esse período e também ao comportamento do mercado em 2020, a transação pode não gerar resultados já em 2020. Porém, a expectativa é que a joint venture atinja uma produção anual de pelo menos 350 mil veículos até 2029. Esse volume inclui novos produtos de diferentes marcas do Grupo Volkswagen.
A Honda parece que gostou da ideia e da receptividade que teve com a versão ‘aventureira’ do novo Fit, a Crosstar. E com isso, a empresa buscar aumentar versões com o mesmo tipo de apelo dentro da gama nos próximos anos.
Em entrevista a publicação britânica Autocar, o chefe de projeto do Fit, Takeki Tanaka disse que “a demanda por carros compactos e com vários propósitos é uma nova tendência e, no futuro, nós teremos mais variações nesse sentido”.
Tanaka cita ainda que esses veículos tem o apelo, mas não a necessidade de ser um crossover ou um SUV propriamente dito. Seja por questões de consumo, valor de manutenção ou dimensões. Além disso, eles não podem competir com outros de segmentos diferentes.
“São produtos para clientes que não querem um hatch ou um sedã, mas querem se diferenciar para deixar claro seu estilo de vida”, completou o executivo. O Crosstar é uma versão com apliques de plástico e suspensão elevada do novo Fit. É um sucessor de dois projetos brasileiros: o Fit Twist e o WR-V.
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A nova geração do hatch da Honda já foi registrada no Brasil e deve ser lançada entre o fim de 2020 e o início de 2021. Ele foi registrado, inclusive, na versão Crosstar no INPI. O modelo será o responsável por estrear o motor 1.0 turbo da empresa por aqui. Na Europa, esse motor entrega 122 cv e 17,6 mkgf. Aqui deve receber ainda a tecnologia flexível.